umapausa

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sábado, maio 09, 2009

Ela sumiu, sumiu e nunca mais voltou.

Quero rasgar este invólucro. Sentir o pico mais alto de uma liberdade que ainda nem existe. Rasgar fronteiras, invadir espaços e sê-me por inteiro.
Conhecer cada milímetro do que, realmente, sinto. Decorar meus gostos e saber de cor os desgosotos.
Sair, fugir, rugir. De um mundo, realidade, de uma configuração que parece ser monótona. Mas que eu sei que o que há de mais errado aqui, sou eu. E o que penso. Sou eu o erro de um mundo que já tem seu ritmo. Eu sou o desconserto. E também o desconcerto.
Não para todos, mas para mim. O que há de estranho e antígeno, é meu cérebro e suas vontades insaciáveis de voar. Mas, como? Alçar voô num espaço onde não há pista?
Abraços, pessoas. Jamais se tocaram. Todos flutuam e todos projetam abraços. Literalmente, ou melhor, microscopicamente.
Não busco sentimentos. Não busco expirência. Eu quero sair do invólucro mundano. Quero acelerar o máximo possível para que eu sinta que estou em movimento.

Não sei, não sei. Espere, fique aqui. Me escute, me entenda, me solte, saia daqui!