umapausa

umapausa

domingo, agosto 29, 2010

she's lost control

escancarada, desmantelada, inteiriçada, desfeita, refeita, desfeita, refei... Solte, Destino! Estas rédeas me pertence.

quinta-feira, agosto 26, 2010

depois eu assumo, choro e conserto

Não posso restituir laços oxidados. Assim, no estado de latência, permaneço. Às vezes cria-se em mim tanta saudade que espumo baba de seu excesso na minha boca. É uma pré-epilepsia da alma. Estou escondendo.
Preciso de um rasgo profundo, sangria, fogo e muita assepsia. Mas por favor, deixe isso para mais tarde. Agora eu não tenho tempo.

domingo, agosto 15, 2010

perdão de uma apaixonada que se diz equilibrada

é imprescindível ressaltar que os estoques de perdões armazenados comigo são, logicamente, proporcional ao amor que sinto. Obviamente isso não dá-lhe o direito de usá-los constantemente, porque apesar de muitos, são liberados esporadicamente e conforme o contexto geral da situação. Portanto, cuidado e cautela. Já dizia Jesus que o que suja o homem não é o que entra, mas o que sai pela boca. Cuidado com sua boca e suas palavras. Sim, sim, há muito perdão. Mas são condicionais.
De fato, isso é resultado do cativo, carinho, reciprocidade e afins. De fato, você merece. Porque não há apenas perdões em estoque no meu coração, há você por inteiro, como dono absoluto e vitalício.
E eis toda essa a formalidade e chatice, porque  eu só quis chegar na razão o mais perto possível. É que quando eu falo de você, a razão se difunde por aí. Resta-me apenas alma e coração, tornando tudo muito subjetivo.
No mais, perdoô-lhe. E gosto profundamente desta situação que você se pôs. Errado, perdido, 'me perdoe e não tenho mais nada para dizer'. E gosto mais ainda do abraço profundo de um arrependido que teme, teme muito em me perder.
A situação foi orgástica. E de você não esperava outra coisa. É a força do costume.