umapausa

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quinta-feira, julho 28, 2011

meu respeito se dilui diante de sua ostentação, despedaçando o trófeu que lhe fiz em segredo, posto no meu peito, na ala dos queridos. Você me era rei, no tempo que era um nada. Agora, rei, é pra mim um nada. Não que eu seja do contra, ou invejo seu reinado, mas é que lhe falta a nobreza de espírito de outrora. A compreensão habilidosa que construía vida em torno de si.

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