umapausa

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sexta-feira, janeiro 10, 2014

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quando eu penso vem a dor nas lacunas mais estreitas das entranhas e dos joelhos. Quando invado, sou arrematada pelos açoites noturnos da velha paixão, a boca fica seca e dentro estou úmida. Quando eu imagino, sou sempre a protagonista de um final bem sucedido cujo começo regurgita involuntário e já não é o fim que permeio.  Estou àspera e não tenho mais modos. Meus olhos caem e o ar não chega até meus alvéolos. O coração palpita e eu tenho medo. Sou sempre sua pequena. Fardo que amores passados integram. Estou por um triz da solidariedade de me deixar desenvolver. Sair do quando. Do penso. Do invado e imagino. Quero você em algum lugar que perto eu aperto. Mas não longe,

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