umapausa

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segunda-feira, janeiro 13, 2014

quem vai matar? e a briga para o protagonismo é feia, embora não se queira, de modo algum, atuar essa tragédia. Já que é que seja eu. Já que vai, quero ir primeiro. desde antes fui quem descobriu os buracos que nos engole. Desde antes eu quis outro mundo sem você. Mordi a maçã em agosto do ano quente já morto. rezei pela cisão poética que nos une. Desejei. Pequei pela tangente e não teve nenhum ato podre. Hoje estamos disputamos o pódio do maior assassinato que ambos não quer cometer. O amor nunca morre por morrer. Precisa ser morrido.

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