umapausa

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quarta-feira, abril 30, 2014

a pele grossa que prevalece me protege dos pulos de euforia que poderia agora. pele desenvolvida pelas chagas do tempo e vivência. pulos que, outrora, me eram impossíveis. vivo o desempolgamento.  pulo pra dentro. vivo o assistir a felicidade com zelo. quero cuidar do meu ego.  fui ao inferno buscar minha verdades. mas daqui do céu não quero ser tola e achar que basta. mesmo ressurgindo das cinzas pela décima oitava vez, não sou fênix.  não nasci, ainda.

2 comentários:

fel disse...

admiro a poosição. sou tolo no céu sempre. nasço e morro sempre

luna disse...

tentar não ser tola também é tolice, porque é inevitável.