umapausa

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segunda-feira, outubro 27, 2014

B A L A D A

18 de outubro,


Estava linda. Se sentia poderosa. Mas era a bala. Só a bala. Nada confluía. E ao mesmo tempo tudo descarregava.  Olhou tão fundo para o espelho que foi capaz de atravessar sua alma. "Hoje quer ir pro nada. Ser ninguém. Quero mudo. E sem cheiro. Hoje nenhuma teoria. Nenhum dogma. Nem posição. Hoje é dia de morte morri. Nada ser. Niilismo é, porque o vazio absoluta". Saiu. Mas saiu sem prestar conta de que lhe esquecera no espelho.

Um comentário:

fel disse...

nó, massa demais <3